





Entre 1989 e 1990, Aileen Wuornos matou sete homens no estado da Flórida. A investigação rapidamente chamou mais atenção pela assassina não se encaixar no perfil típico de serial killers. Aileen foi condenada e, depois de anos no corredor da morte, executada em 2002. A repercussão do caso continuou principalmente pela interpretação de Charlize Theron no filme Monster - Desejo Assassino (2003), que lhe rendeu um Oscar® pelo papel de Aileen. Recentemente, a assassina, interpretada por Sarah Paulson, faz parte da mais nova temporada da série antológica de Ryan Murphy e Ian Brennan, Monstro: A História de Lizzie Borden.
Já disponível na Netflix, o documentário Aileen: A História de uma Serial Killer, dirigido por Emily Turner, analisa a vida e os crimes de Aileen quase 40 anos depois. Produzido pela Unidade de Documentários da BBC Studios em colaboração com a NBC News Studios, o documentário conta com áudios de entrevistas com as pessoas que a conheciam bem, além de imagens da antiga correspondente do programa Dateline, Michele Gillen. Também inclui entrevistas com a própria Aileen, diretamente da prisão, trazendo uma nova perspectiva sobre seus crimes.
Aileen: A História de uma Serial Killer revisita a complexa história de Aileen Wuornos. Através de entrevistas, material de arquivo e as palavras de Aileen, o filme aborda as circunstâncias que moldaram a vida e os crimes dela, e analisa as questões mais amplas sobre suas motivações e a resposta do sistema judicial.

O documentário em formato de filme estreou na Netflix em 30 de outubro. Assista agora.
Nascida no estado de Michigan em 1956, Aileen teve uma infância turbulenta marcada por abandono e abuso. Ela passou por diversos lares e viveu às margens da sociedade, indo parar na Flórida quando tinha 20 e poucos anos. Lá, Aileen garantiu seu sustento através de trabalhos sexuais e pequenos crimes, antes de ser presa por uma série de assassinatos. Seu passado complicado e estilo de vida errático continuaram gerando debates sobre os eventos que culminaram nos crimes e a forma como a mídia representou sua vida.
“É muito mais fácil descartar alguém que cometeu atos hediondos como assassinato a sangue frio do que uma pessoa profundamente destruída. Na verdade, ela foi moldada, e isso é de arrepiar”, conta Emily ao Tudum.
Sim, Aileen Wuornos foi presa em janeiro de 1991 após uma investigação conjunta entre diferentes estados. Ela foi condenada à pena de morte por diversos assassinatos, passando seis anos no corredor da morte até sua execução por injeção letal, em 2002.
Aileen: A História de uma Serial Killer já está disponível na Netflix.
Uma investigação profunda e arrepiante, Aileen: A História de uma Serial Killer analisa o caso infame através de imagens de arquivos, fitas policiais, vídeo do tribunal e áudios de depoimentos. Fãs de histórias objetivas e impessoais de crimes reais podem achar o filme instigante, sinistro e perturbador, reconhecendo a abordagem factual em vez do sensacionalismo que permeou o caso.
























































