





Quando as pessoas pensam em filmes coreanos de mortos-vivos, a maioria delas lembra de Invasão Zumbi, um dos primeiros sucessos mundiais a consolidar o país como uma potência nesse gênero. Na verdade, a Coreia do Sul já produziu ótimos suspenses com terror ao longo dos anos, como os cheios de zumbis #Alive e All of Us Are Dead.
Se suspense com terror costuma ter um espaço na sua lista, selecionamos uma variedade de terrores coreanos sombrios — que contam com zumbis, monstros e tensões psicológicas de arrepiar — que podem ser exatamente o que você estava procurando.
Atenção: vai dar medo e nojo.

O Colégio Hyosan vira um campo de batalha contra os mortos-vivos nessa série eletrizante, que conta a história de estudantes lutando para sobreviver quando um vírus zumbi começa a se espalhar. Os adolescentes encurralados devem proteger uns aos outros enquanto tentam ficar vivos, ou podem acabar se tornando infectados (sem pressão!). Essa fase da vida já é difícil, mas os jovens também vão ter que lidar com perdas e a luta pela sobrevivência. Mas mesmo que o mundo esteja acabando, eles ainda têm seus romances para viver e bullying para enfrentar — afinal, são adolescentes. E como zumbis não ficam mortos por muito tempo, a série vai voltar com a temporada 2.

Se você está afim de uma vingança, não precisa procurar mais. A Lição acompanha uma mulher (Song Hye-kyo de Descendants of the Sun) que sofreu abusos terríveis no ensino médio e passa anos tramando um plano elaborado para fazer com que as pessoas paguem pelo que fizeram. Após se tornar professora na escola frequentada pela filha de uma das que praticaram o bullying, ela começa a fechar o cerco para os que causaram mal a ela. A segunda parte do suspense estreou em março, então, agora você pode aproveitar por completo esse prato que se come frio.

Um jogador de videogame (Yoo Ah-in de Profecia do Inferno) é separado de sua família quando um ataque zumbi ameaça Seul. Ele conta somente com um pote de macarrão instantâneo, uma garrafa de água e sua inteligência para sobreviver. Mas quando isso acaba e tudo parece perdido, Kim Yu-bin (Park Shin-hye), outra sobrevivente, vira sua salvação. Juntos, eles saem da zona de conforto e finalmente conhecem seus vizinhos, o que não foi tão bom, já que são pessoas que prefeririam te devorar do que emprestar uma xícara de açúcar. O público pode se interessar em como a tecnologia — incluindo drones, paus de selfie e hashtags — é usada para sobreviver a um apocalipse zumbi. Agora que os dois personagens estão juntos, eles vão conseguir sair da zona de risco com vida?
Dica: hashtags podem te render seguidores, mas em #Alive podem salvar a sua vida.

Enquanto a maioria das séries com mortos-vivos se passa no mundo moderno, Kingdom volta a um passado muito distante — até a Dinastia Joseon, por volta de 1600. A história segue o filho ilegítimo do rei (Ju Ji-hoon), cujo trono é ameaçado, seu fiel guarda-costas (Kim Sang-ho) e uma assistente médica (Bae Doona), que se juntam para solucionar o mistério de uma doença que se espalhou pelo reino. Enquanto intrigas políticas acontecem, os personagens tentam entender o surto e escapar de hordas de zumbis. O ritmo é mais devagar do que a ação constante comum nesse gênero, mas o suspense e a ficção histórica deixam tudo mais interessante.

Sweet Home faz parte do gênero de terror de monstros, mas é diferente por se divertir com suas criaturas, sejam humanas ou de outro mundo. Quando uma doença misteriosa assola a população, transformando pessoas em seres estranhos, inquilinos de um prédio velho se juntam para sobreviver nesse novo mundo. Perturbados, egoístas e sozinhos, o grupo isolado precisa encontrar o senso de humanidade e compaixão para superar os acontecimentos. Essa tarefa pode ser difícil quando notícias dizem que a doença é causada por uma forte sensação de desejo — por exemplo, se tudo o que você queria era ter um corpo saradão, essa intensidade pode te transformar no Monstro Músculos (uma das criaturas da série). O elenco inclui Song Kang de Love Alarm, que mostra um lado bem diferente nesse papel, da aparência até a atuação.







































