





Após três temporadas de várias caças ao tesouro, como a busca por 400 milhões de dólares, pela Cruz de Santo Domingo e, mais recentemente, por El Dorado, os Pogues finalmente tiraram a sorte grande no fim da temporada 3 de Outer Banks. Antes considerados arruaceiros na Ilha de Kildare, agora os amigos são heróis locais depois de acabar com o mistério de 500 anos e encontrar El Dorado, a cidade perdida de ouro.
Mas isso não significa que os dias de caça ao tesouro acabaram. No episódio final da temporada, 18 meses após terem concluído a maior jornada das suas vidas, um homem chamado Wes Genrette (David Jensen) aborda os Pogues durante a cerimônia de comemoração. O homem mostra um manuscrito que pertenceu ao infame pirata Barba Negra, um diário de bordo com registros dos destinos exatos do seu navio até 1718, quando naufragou. Acredita-se que todo o precioso ouro do Barba Negra ainda está desaparecido, e esse diário pode fornecer pistas do paradeiro.
“Eu investigaria, mas eu estou velho demais para isso. Preciso de parceiros, e vocês são os primeiros da minha lista”, diz ele para o grupo. Os amigos se entreolham animados, e John B (Chase Stokes) diz: “Legal”.
Os Pogues partem em mais uma caça ao tesouro na temporada 4 de Outer Banks, então vamos aproveitar para aprender um pouquinho mais sobre a história do Barba Negra.

Nascido em 1618, o pirata inglês Edward Teach recebeu a alcunha de Barba Negra devido à sua aparência assustadora e à barba longa e negra. Faz sentido. Embora pouco se saiba sobre sua infância, é provável que tenha começado como marinheiro em navios corsários durante a Guerra da Rainha Ana. Posteriormente, ele navegou pelas Índias Ocidentais e antigas colônias britânicas ao longo da costa atlântica. Nenhum marinheiro queria cruzar com o navio do Barba Negra, o Queen Anne’s Revenge, e por um bom motivo: o navio ostentava uma bandeira preta com um esqueleto apunhalando um coração vermelho sangrando. O Barba Negra conquistou a reputação de ser um assassino implacável ao sequestrar outros navios e roubar as cargas.
Durante o século 18, a pirataria se alastrou pelas praias da Carolina do Norte, incluindo Outer Banks. O Barba Negra e sua tripulação aterrorizaram as cidades costeiras com seus crimes violentos, amedrontando os moradores da área. Para Madison Bailey, que interpreta Kiara na série, a história do pirata fez parte da sua infância na Carolina do Norte. “É muito legal atrelarem a caça ao tesouro à história da Carolina do Norte. Aprendemos bastante sobre piratas na aula de história do 9º ano, e o Barba Negra foi muito importante”, conta Madison ao Tudum. O navio do Barba Negra afundou em 1718 após se chocar com um banco de areia, e as autoridades estaduais da Carolina do Norte confirmaram em 2011 que o naufrágio aconteceu perto de Beaufort, cerca de 320 quilômetros ao sul de Outer Banks. Mamão com açúcar para os Pogues.

Bem, depois que JJ (Rudy Pankow) perde o resto do ouro que os Pogues conseguiram em El Dorado em uma aposta no Enduro de Kildare, o grupo decide que precisa ouvir o que Genrette tem a dizer. Eles devem 13 mil dólares em impostos por causa da Poguelândia 2.0 e precisam fazer o pagamento em sete dias, então, pois é... os Pogues estão prontos para voltar à corrida do ouro.
A reviravolta é que Genrette não está atrás do tesouro do Barba Negra. Assim como Pope (Jonathan Daviss) é descendente direto de Denmark Tanny, esse tal de Genrette descende de Francis Genrette, o oficial britânico que capturou e executou o Barba Negra (na série, pelo menos). Depois de decapitá-lo, Francis matou a esposa do pirata, Elizabeth. E, nos 300 anos desde então, gerações da família Genrette são assombradas pelo fantasma de Elizabeth e morrem de maneira violenta, incluindo a filha de Wes, Larissa (Tommi Rose). Ao que parece, Larissa viu Elizabeth uma semana antes de morrer. E agora Wes também recebeu uma visita dela, então ele não tem muito tempo…
Pogues, é melhor vocês começarem a acreditar em fantasmas!
John B também perguntou isso no episódio 2. Wes e seu genro, Chandler Groff (J. Anthony Crane), contam aos Pogues que acreditam ter encontrado uma maneira de acabar com a maldição. Antes de ser assassinada, Elizabeth implorou para Francis pegar seu bem mais precioso, um amuleto que ganhou do Barba Negra, no navio do pirata. Em vez de fazer isso, Francis negou o pedido e a matou.
Genrette supõe que, se os Pogues conseguirem encontrar o último navio do Barba Negra, aqui chamado de Aventureiro, o erro será corrigido quando o último pedido dela for atendido. Os Pogues não acreditam tanto nisso, e com razão. Pope lembra que a guarda costeira escavou o navio anos atrás, mas eles não tinham o diário que Genrette mostrou aos Pogues no episódio final da temporada 3. Esse manuscrito detalha um cofre secreto atrás de uma cabeceira no quarto do capitão, onde o amuleto deve estar escondido.
A oferta continua de pé: será que os Pogues vão mergulhar 25 metros e ganhar 50 mil dólares, com adiantamento de 5 mil? Gente, estamos falando dos Pogues. O que vocês acham?

Óbvio! Depois que os Pogues pegam as coordenadas, Kie e JJ mergulham para encontrar o navio e obter o amuleto, mas não sem sentirem mal de descompressão e quase morrerem pelas mãos de um assassino sinistro chamado Lightner (Rigo Sanchez), que também está à procura do artefato. Não se preocupe, eles passam a noite em uma câmara hiperbárica, e fica tudo bem.
O problema é que, quando os Pogues vão até a Ilha Goat receber a recompensa, descobrem que Wes Genrette morreu. Groff diz que pode honrar a oferta, mas os Pogues não ficam à vontade para entregar o amuleto a ele, que ainda o quer por algum motivo. Tem caroço nesse angu…
Os Pogues encontram uma inscrição dentro do amuleto, que pode ser traduzida como: “Da meia-lua à Estrela Polar, onde os vivos e os mortos colidem. O guardião guiará o caminho”. Eles entendem que são direções, possivelmente levando até o tesouro do Barba Negra.
Após o grupo descobrir o possível paradeiro de Lightner, Pope ouve uma conversa dele com a chefe Dalia (Pollyanna McIntosh) sobre uma Coroa Azul, que faz John B se lembrar de algo. Depois de encontrar o livro certo na enorme biblioteca do pai, Big John (Charles Halford), ele revela aos Pogues que a lendária Coroa Azul é o artefato mais procurado do mundo antigo, pois concede desejos, imensa graça e rara invencibilidade a quem a usa, entre eles Dario, o Grande da Pérsia, e Júlio César. Ela foi perdida em algum momento dos anos 1700, mas, segundo boatos, ninguém menos que o Barba Negra estava à sua procura.
Você está pensando no que os Pogues estão pensando? 50 mil ou um artefato inestimável?

Não exatamente. Estudioso de carteirinha, Pope liga os pontos e descobre que a “meia-lua” se refere ao Forte da Meia-Lua em Charleston, Carolina do Sul, onde o Barba Negra iniciou um bloqueio em maio de 1718. Ele capturou navios e exigiu suprimentos, como remédios para seus homens, mas o governador não cedeu. Por fim, o Barba Negra liberou os reféns e fugiu deixando algo para trás. De algum jeito, ele arranjou tempo para chegar em terra firme e enterrar o cozinheiro e o navegador da tripulação.
Enquanto isso, Lightner sequestra Cleo (Carlacia Grant) na busca pelo amuleto. Pope corre de volta para casa para salvá-la e entregar o artefato, mas isso não basta para deter um ato sanguinário: Lightner mata a figura paterna anterior de Cleo, Terrance (Terence Rosemore) quando ele tenta protegê-la.
Sem dúvida. Desolados e sem o amuleto, Cleo, Pope, John B e Sarah (Madelyn Cline) entram na Twinkie e seguem rumo a Charleston. Eles começam pelo Forte da Meia-Lua e partem para o interior, até que Sarah vê uma estrela do norte no vitral de uma igreja localizada ao lado de um cemitério onde, como a inscrição diz, os vivos e os mortos colidem.
Os Pogues se lembram de um registro no diário do Barba Negra: “Eu tomei muito cuidado para garantir que os caixões fiquem seguros e protegidos do clima”. Com base nisso, eles deduzem que o pirata provavelmente enterrou uma parte do tesouro com os caixões dos marujos. Pope e Sarah encontram a entrada de uma cripta subterrânea embaixo do altar da igreja e descem até as catacumbas.
Mas eles não são os únicos lá embaixo! Lightner e Dalia usam o amuleto para abrir uma entrada em uma sepultura com um anjo em cima, ou seja, o guardião que guiará o caminho mencionado na inscrição. Em seguida, eles encontram o caixão do navegador do Barba Negra e pegam o pergaminho, saindo por onde vieram e fechando a entrada com o amuleto. Eles não veem Sarah e Pope, mas nossos Pogues ficam presos e não podem voltar pelo caminho que usaram para entrar. Com a água começando a subir, o que os Pogues podem fazer?

Bom, o jeito é gritar o mais alto possível para John B e Cleo ouvirem (e derrubarem um pilar na entrada para abrir um buraco). Depois disso, John B usa uma picareta para terminar o serviço e joga uma corda para ajudá-los a sair. Ufa, uma crise a menos.
Quando pegam a barca de volta para casa, Sarah e John B se dão conta de algo: o pergaminho levado pelos mercenários deve ser um mapa da Coroa Azul que o Barba Negra deixou para Elizabeth antes de ser capturado. Claro que é.
Recuperam, mas com uma pitada de sequestro. Como os mercenários acham que Groff matou alguém da equipe deles (Omar), eles perseguem Groff e JJ na Ilha Goat (lembrete: JJ estava lá para confrontar Groff sobre ele ser seu pai verdadeiro. Pois é, foi uma revelação chocante). Ele admite ser verdade, mas só quando precisa da ajuda de JJ para escapar. Mesmo assim, a tentativa de fuga não dá certo, e os mercenários os prendem no barco.
Groff diz para JJ que os mercenários, conhecidos como Corsários Lupines, são do norte da África. Ele também admite que a história do fantasma e da maldição de Elizabeth Teach foi uma mentira criada para tirar Wes e os Pogues da trilha do verdadeiro tesouro, a Coroa Azul. Groff diz: “Foi um pouco de teatro. Um manequim com vestido branco, correntes fazendo barulho... essas coisas”. Embora Josh Pate e os outros criadores de Outer Banks, Jonas Pate e Shannon Burke, tenham apresentado elementos sobrenaturais por meio de mitos e lendas, ele comenta que não há nada sobrenatural de verdade na série, mas Shannon observa que chegaram bem perto.
Os Corsários estão prontos para matar Groff, que roubou o diário do Barba Negra que estava com eles e estrangulou Omar quando ele o procurou para recuperar o diário. Groff tenta colocar a culpa do assassinato em JJ para salvar a própria pele, mas eles não caem nessa. Bem quando estão prestes a matar Groff e JJ, Kiara, Sarah e John B aparecem com um coquetel Molotov. John B pula no barco para resgatar JJ, eles pegam o pergaminho e pulam na água. Como diria John B, agora o grupo está de volta ao jogo. Mas Groff também escapou e nadou até a Ilha Goat.

Groff aparece na Poguelândia na hora H para contar aos Pogues que o mapa é o obscuro Pergaminho de Mogador, criado pelo pirata berbere Murad, o Jovem, em 1703. Ele ouviu falar sobre a Coroa Azul após um pastor berbere pagá-lo com uma moeda de ouro que havia encontrado em um cofre de tesouro escondido no deserto.
Antes que Murad tivesse a chance de seguir o mapa, a futura esposa do Barba Negra, Elizabeth Teach (nascida Howell), o roubou. O pirata a ajudou a escapar de seus captores, e os dois fugiram juntos para as Carolinas. No dia de sua morte, o Barba Negra deixou o mapa para que Elizabeth o encontrasse.
Groff não acredita nas lendas míticas sobre a coroa conceder desejos ou deixar inimigos indefesos, mas tem fé no dinheiro e quer trabalhar com os Pogues para ganhar uns trocados.
No fim das contas, ele está criptografado, e os Pogues precisam de uma lente especial que Elizabeth usava quando morreu em Blackstone para fazer a leitura. Essa lente foi enterrada com a mãe de JJ, Larissa, levando o rapaz a questionar se o pai voltou por causa dele ou da lente. É isso que chamamos de problemas com o pai.
No dia seguinte, Groff e JJ, claramente incomodado, partem para buscar a lente. E esse desconforto tem fundamento, já que Groff prende JJ no mausoléu para afastar a polícia (que ele mesmo chamou para ter uma desculpa para abandonar JJ por um tempo). Depois disso, ele volta para a Poguelândia 2.0 para pegar o pergaminho, nocauteia Kiara e a tranca em uma câmara fria quando ela pergunta por JJ.
Vamos fazer uma pausa: prender JJ no mausoléu foi uma medida drástica, né? Os criadores de Outer Banks entendem quem pensa assim e têm opiniões diferentes sobre se Groff realmente queria se aproximar de JJ ou se estava apenas usando o filho. Segundo Josh, Shannon gosta de linhas tênues.
Shannon explica: “Esses são os tipos de discussões que temos na sala dos roteiristas. Eu acho que ele sente algo pelo filho, mas Jonas e Josh pensam que ele é sociopata”. Na opinião de Shannon, há um momento em especial no mausoléu em que Groff sente uma conexão com JJ.
“Não acho que seja falsidade”, comenta Shannon.
“No mausoléu, quando ele prende JJ lá dentro?”, indaga Jonas.
“Não, logo antes disso. É completamente possível as duas coisas serem verdadeiras ao mesmo tempo”, retruca Shannon.

Passou como uma estrela cadente. Groff volta e busca o filho no mausoléu, e a dupla passa na casa da corretora Hollis Robinson (Brianna Brown) para Groff pegar a bolsa de Rafe (Drew Starkey) com os 400 mil dólares que ele pagou para participar de um empreendimento na Ilha Goat. O que é esse projeto? É um golpe do qual Hollis não quer participar depois de descobrir a verdade. E, quando ela ameaça contar ao xerife Shoupe (Cullen Moss) onde Groff realmente estava na noite em que Wes Genrette morreu, Groff a mata e deixa a arma na Twinkie para incriminar JJ, seu próprio filho.
Ele e JJ, que não sabe nada do que acabou de acontecer, escapam no iate de Hollis. Groff começa a ler o pergaminho, garantindo a JJ que buscarão os amigos dele depois. Ele também comenta que pensou que precisaria dos Corsários para encontrar a Coroa Azul, mas acha que os dois dão conta. Não é igualzinho a John B e Big John na temporada 3? “Um dos temas da série é como os pais não prestam”, afirma Rudy. E Chase completa: “Quando alguém oferece a mão, eles querem o braço todo”. E os pais, insatisfeitos por nunca conseguirem encontrar o estilo de vida ideal, não ficam muito felizes quando os filhos estão prestes a alcançar esse objetivo.
Para Groff, vontade não falta. Quando descobre que a Coroa Azul está localizada em Essaouria, Marrocos, ele quer ir para lá só com JJ, mas o rapaz é leal e recusa. No decorrer da conversa, JJ percebe que Groff matou a mãe dele (também temos um flashback de Groff batendo na cabeça dela com um castiçal). E, assim como fez com ela, Groff joga JJ no mar e o deixa para morrer. Felizmente, os Pogues rastreiam a localização e vêm ajudá-lo, bem na hora em que Groff é capturado pelos Corsários.

Shoupe já tinha suas suspeitas quando Groff liga demonstrando preocupação com sua grande amiga Hollis, mas a polícia emite um mandado de prisão para JJ mesmo assim. Shoupe está em contato com o investigador particular e descobre novas pistas, incluindo sobre a tatuagem de Groff, que é idêntica à de um dos corsários.
O negócio é o seguinte: Groff não é só um vigarista pé de chinelo, ele é procurado pela INTERPOL. Há um mandado em aberto para a prisão dele por falsificação de obra de arte em Portugal e outro por lavagem de dinheiro no Chipre. Além disso, tem cinco passaportes e foi casado quatro vezes usando nomes diferentes. Ele cresceu em Kildare, mas foi capturado no Marrocos e saiu graças ao grupo Corsários Lupines do bilionário Anton Finch.
Considerando as circunstâncias, Rafe convence Shoupe e os Pogues de que o melhor plano é capturar Groff, e isso ainda pode trazer benefícios para a reputação do xerife. Como Rafe diz: “Então o que vai ser? Assim, acusações ridículas pros miseráveis dos Pogues, que não fizeram nada? Ou você resolve o crime do século e salva o seu emprego?”. Mas Rafe não está agindo como herói só por bondade, ele quer recuperar os 400 mil dólares.
O episódio final tem 1 hora e 20 minutos, então claro que sim. Logo que chegam lá, os Pogues e Rafe se separam. Rafe encontra Groff e o pergaminho e, como quer recuperar o dinheiro, vai para Agapenta (onde está a Coroa Azul) com o criminoso, que o ensina a ler o mapa com a lente especial. Mas, quando Groff saca uma faca, Rafe o empurra em um poço e anuncia o xeque-mate. Depois os Pogues encontram Groff no mesmo lugar, mas JJ o deixa lá com uma garrafa d'água e diz que não é difícil ser melhor do que ele. É mais do que o assassino merece.
Os Pogues acham fotos do pergaminho (com traduções bem úteis no verso) no barco dos Corsários no cais. Eles se encontram com Rafe em Agapenta, onde Sarah o salva quando os Corsários se preparam para matá-lo. Em seguida, ocorre uma corrida contra o tempo na labiríntica cidade entre os Pogues (e Rafe) e os Corsários. Enquanto a maioria dos Pogues contém os mercenários, Rafe, Sarah e John B chegam ao topo e veem mais uma tradução no verso das fotos do pergaminho: “Ao amanhecer do dia, toque a terra para alcançar o céu”. John B deduz que precisa colocar o pergaminho contra o sol (“céu”), o que conjura a imagem de uma grande estátua que, por sorte, está bem atrás deles. Trocando em miúdos, a Coroa Azul está dentro da estátua.
JJ e Kiara se juntam ao pessoal enquanto a tempestade de areia se aproxima. Corajoso como sempre, JJ se oferece para escalar a estátua mesmo assim, pois reconhece que é tudo culpa dele. Milagrosamente, ele encontra a Coroa Azul dentro do olho da estátua.
Eles não ficam com ela por muito tempo. Quando JJ e Kie descem, Groff a segura e obriga o filho a trocar a coroa pela segurança da amiga. Mas, em vez de se dar por satisfeito com o tesouro, o pai de JJ o mata com o canivete por puro rancor. Isso mesmo, você leu certo. Deixando os Pogues (e, até certo ponto, a si mesmo) devastados, Groff desaparece na escuridão com a Coroa Azul.
Em meio ao luto dos Pogues, Rafe lembra que Groff tem um comprador em Lisboa. E o que JJ faria se isso tivesse acontecido com um deles? Ele daria o troco.
Confira a temporada 4 de Outer Banks agora mesmo.







































































