





No fim do volume 2 de Stranger Things 5, nossos nerds favoritos superam um obstáculo pequeno, mas decisivo, na batalha final contra Vecna (Jamie Campbell Bower): o grupo inteiro consegue atravessar o portão da MAC-Z, apesar da forte vigilância.
Mas essa vitória dura pouco, porque Onze (Millie Bobby Brown) fica apreensiva com o sacrifício que sua irmã Kali (Linnea Berthelsen) pediu que ela fizesse.
“No fim do episódio 7, há uma sensação de apreensão ou incerteza no ar. Onze e Kali trocam um olhar que dá a entender que Onze aceitou o plano de ficar no Mundo Invertido quando ele explodir. Então, mesmo que consigam vencer, ainda paira uma grande dúvida sobre o que vai acontecer com Onze”, explica o cocriador da série Ross Duffer.
Enquanto isso, na casa dos Creel, em Camazotz, Vecna (Henry Creel) reúne as crianças que sequestrou para lançar um feitiço poderoso que dará início ao seu plano sombrio.
No episódio final de Stranger Things, que estreia na véspera de Ano-Novo, às 22h (horário de Brasília), o grupo enfrenta a escuridão mais poderosa que já conheceu. Continue lendo para mergulhar nos acontecimentos do volume 2 de Stranger Things 5, disponível exclusivamente na Netflix.

Henry revela no episódio 4 que pretende remodelar o mundo usando 12 crianças, que considera os “receptáculos perfeitos” por serem fáceis de controlar. Seu objetivo é fundir Hawkins com outra dimensão chamada Abismo.
O plano exige uma quantidade enorme de energia, e é aí que entram as crianças. Quando Vecna capturou Will (Noah Schnapp) na temporada 1, canalizou os próprios pensamentos por meio do garoto para ampliar seu poder. Agora, pretende fazer o mesmo com Holly (Nell Fisher), Derek (Jake Connelly) e as outras crianças sequestradas no fim do volume 1.
No episódio 5, Henry apresenta seu plano sinistro como o último recurso para salvar o mundo. “Uma escuridão maligna está se espalhando não só por Hawkins, mas pelo mundo todo, e logo será tarde demais para detê-la. [...] Assim como a coisa sombria ameaçava a família da Meg, a escuridão ameaça a de vocês. Mas eu acho que eu encontrei uma forma de derrotar essa escuridão”, diz ele às crianças em Camazotz. Henry compara a ameaça à “Coisa Sombria” de Uma Dobra no Tempo, de Madeleine L'Engle, o clássico que Holly lê ao longo da temporada 5.
Henry conta que viajou “para muito longe, além da nossa dimensão” e descobriu outro mundo semelhante à Terra, mas livre de monstros e da escuridão. “É a luz”, afirma. Assim como Meg, de Uma Dobra no Tempo, as 12 crianças escolhidas por ele têm poderes especiais. Esses poderes estão adormecidos, mas podem ser despertados se todas trabalharem juntas. Ao canalizar essa energia, elas poderão atrair o novo mundo até o delas. “A luz vai expulsar a escuridão”, promete Henry, e seus entes queridos estarão a salvo.





Ao longo da série, a turma de Hawkins acreditou que o Mundo Invertido era uma dimensão paralela aberta pelo Dr. Brenner (Matthew Modine), lar de criaturas aterrorizantes como Demogorgons, Demo-cães e Demo-morcegos. No entanto, essa teoria cai por terra ao final do episódio 5, quando a verdadeira natureza do Mundo Invertido é finalmente revelada.
“Não é um outro mundo. É um buraco de minhoca, uma ponte entre dois pontos no tempo e no espaço, entre o nosso mundo e um outro”, explica Dustin (Gaten Matarazzo) a Steve (Joe Keery).

O Abismo é uma dimensão paralela conectada à Terra por meio do Mundo Invertido, que funciona como uma espécie de ponte entre dimensões. No episódio 7, Dustin dá a esse outro mundo o nome do reino onde imperam o caos e a maldade em Dungeons & Dragons.
Foi para o Abismo, e não para o Mundo Invertido, que Onze baniu Henry depois de acabar com ele na Sala do Arco-íris, na temporada 4. Henry teria continuado perdido se o Dr. Brenner não tivesse obrigado Onze a procurá-lo em um tanque de privação sensorial conhecido como “a banheira”. Quando ela finalmente estabeleceu contato remoto com o Abismo, o Mundo Invertido se formou. Desde então, “Henry e seus monstros usam essa passagem para atravessar de volta pra Hawkins”, explica Dustin no episódio 7.
É esse o outro mundo que Vecna pretende fundir com a Terra.

No filme Star Wars: O Retorno de Jedi, de 1983, as forças rebeldes têm dificuldade para atacar a Estrela da Morte II porque ela é protegida por um enorme escudo de energia alimentado por um gerador. Em Stranger Things, Dustin acredita que a muralha de carne ao redor do Mundo Invertido funciona da mesma forma: seria a versão de Vecna desse sistema, alimentada por sua magia das trevas, enquanto a esfera gigantesca acima do laboratório faria o papel do gerador.
Mas os diários do Dr. Brenner revelam que a esfera não é feita de magia das trevas. Na verdade, ela é composta de matéria exótica, uma fonte de energia que mantém toda a muralha de carne unida. Em outras palavras, é essa esfera que sustenta o Mundo Invertido. Destruí-la significaria eliminar o buraco de minhoca e todos que estivessem lá dentro.
Então, o que existe do outro lado daquela enorme muralha de carne? Nada. Ou, nas palavras de Dustin, “morte”.

Quando Nancy (Natalia Dyer) atira na esfera, no episódio 5, provoca uma explosão sônica que é absorvida pela muralha. Tudo o que está no caminho dela acaba sugado para o vazio. Ao mesmo tempo, partes do Laboratório de Hawkins começam a derreter e viram uma lama cinzenta, inclusive o telhado onde Nancy e Jonathan (Charlie Heaton) estavam.
Onze, Hopper (David Harbour) e Kali conseguem escapar do vácuo quando Onze cria um campo de força e abre caminho para que eles atravessem uma fenda e voltem ao mundo real. A adorada BMW de Steve não tem a mesma sorte.
Mesmo assim, o Mundo Invertido continua existindo. Segundo Dustin, isso acontece porque a matéria exótica “não foi completamente destruída”, embora tenha sido “nitidamente abalada”.

Derrotar Vecna é o maior desafio que nossos heróis já enfrentaram, e não só porque ele é um pesadelo ambulante. Como observa Mike (Finn Wolfhard), o grupo precisa descobrir como “subir 600 metros no ar, conseguir entrar no Abismo, libertar Holly e as crianças e derrotar o Vecna, tudo isso antes dos mundos se fundirem”.
Depois que Hopper propõe o plano nada prático de sequestrar alguém para pilotar um helicóptero, Steve tem uma ideia ousada que o grupo mais tarde batiza de “Operação Pé de Feijão”.
Como não dá para chegar ao Abismo diretamente pela torre, já que o único acesso a esse outro mundo fica no céu do Mundo Invertido , Steve sugere deixar que Vecna aproxime os dois mundos e esperar até que a torre da rádio Squawk atravesse uma das fendas. Aí, Onze entraria em ação. “Ela faz a meditação dela, entra na mente doentia do Vecna e encurrala ele”, explica Steve. Isso interromperia o feitiço, impediria que os mundos continuassem se aproximando e criaria um “pé de feijão” por onde os heróis poderiam escalar até o Abismo para resgatar as crianças.
Joe, que interpreta Steve, achou divertido ver o personagem assumir um papel tão importante no plano final. “Normalmente, meu personagem observa essas cenas de fora e é apenas uma peça do quebra-cabeça, não quem aparece com o plano”, diz ele.
Gaten considera esse um momento importante porque “Steve nunca acha que é muito inteligente, e eu não concordo com isso”.
Para contornar o problema de Onze estar longe demais de Vecna, Nancy sugere usar a banheira do Laboratório de Hawkins no Mundo Invertido, que fica bem abaixo do esconderijo dele. Max se oferece para guiar Onze pela mente de Henry, já que a conhece como a palma da mão, e Kali decide acompanhá-la para ajudar no confronto com o irmão.
É Dustin quem elabora a etapa final do plano: na saída, o grupo planta uma bomba perto da matéria exótica, aciona o temporizador e escapa do Mundo Invertido. Quando a ponte desabar, levará tudo junto com ela, incluindo o Abismo, o devorador de mentes e todos os monstros de Vecna.

No episódio 5, Kali conta como os militares mataram seus amigos, a capturaram e rasparam seu cabelo. A cena foi incluída a pedido da própria Linnea, que queria que esse momento aparecesse diante das câmeras. Os irmãos Duffer acrescentaram a sequência ao roteiro, e Brynn Berg, codiretora do departamento de cabelo, foi quem cortou o cabelo da atriz durante as gravações. “Sei que não é algo fácil de fazer. Só tínhamos uma chance, então precisava dar certo”, diz Linnea.
Kali também revela que a Dra. Kay (Linda Hamilton) a manteve viva e dopada na tentativa de reiniciar o programa secreto do governo criado pelo Dr. Brenner, injetando seu sangue em mulheres grávidas. Embora as crianças do experimento original de Brenner tenham recebido os poderes por meio do sangue de Henry, todas eram apenas “imitações pálidas” do Henry. Por isso, o sangue de Kali não produz o resultado esperado.
“Só uma de nós era realmente igual” diz Kali, se referindo a Onze. A Dra. Kay precisa dela para criar mais crianças com superpoderes, o que explica sua busca incansável pela garota.
Mas destruir o laboratório da Dra. Kay junto com o Mundo Invertido seria apenas uma solução temporária. Kali afirma que a Dra. Kay reconstruiria o laboratório, e que sua morte apenas faria outro cientista assumir seu trabalho. Para ela, se Onze fugir com Mike conforme o plano, os militares acabarão encontrando a garota e usando seu sangue para criar mais crianças, abrindo novos portais e dando início a um ciclo sem fim. Na visão de Kali, a única saída para ambas é permanecer na ponte até a explosão e desaparecer junto com o Mundo Invertido.

Depois de serem perseguidas e quase capturadas por Henry em meio a lembranças perturbadoras de Camazotz, Holly e Max (Sadie Sink) encontram um antigo poço logo depois da caverna e acabam entrando na memória traumática que mantém Henry afastado.
Nessa visão, elas veem um cientista em pânico atirar na mão de Henry, então com 8 anos, por acreditar que alguém o enviou para matá-lo. Antes que consiga disparar novamente, o jovem Henry toma a arma e acaba espancando o homem até a morte com uma pedra.
Seguindo o som distante de “Running Up That Hill (A Deal with God)”, de Kate Bush, vindo de trás de uma parede de rochedos no poço, Max e Holly cavam uma passagem e encontram uma saída em um lugar conhecido: o vazio vermelho. Ao perceber que o portal onde Lucas (Caleb McLaughlin) aparece carregando-a é a saída dela, e não a de Holly, Max lhe dá um conselho importante.
“A música não é o único caminho de volta. Você só precisa de alguma coisa que conecta você ao mundo real”, diz ela. Algo como Holly, a Heroica, a miniatura de Dungeons & Dragons que seu irmão, Mike, lhe dá no volume 1.
Para Sadie, que interpreta Max, esse momento é especial porque as duas compartilham uma “jornada intensa” nos dois primeiros volumes da temporada 5. “Parar em um ponto tão decisivo para que Max pudesse dizer a Holly tudo o que percebeu sobre ela e lhe dar aquele empurrãozinho significou muito para mim”, afirma a atriz.

Sim! Depois de passar quase dois anos em coma, Max abre os olhos e encontra Lucas bem ao seu lado.
Caleb lembra que o clima no set mudou pouco antes da gravação do reencontro emocionante entre Lucas e Max. “Lembro que Shawn [o diretor] gritou ‘ação’, a energia mudou e então olhei nos olhos de Sadie”, conta Caleb.
“Quando terminamos a cena, todo mundo ficou em silêncio. Então Maya e Amybeth McNulty começaram a chorar. Depois, Sadie começou a chorar. Então eu também comecei. Todo mundo sentiu a força do que tínhamos acabado de fazer”, diz Caleb.

Depois de escapar de Camazotz, Holly desperta no Abismo, a dimensão alternativa conectada à Terra pelo Mundo Invertido. Ela e as outras crianças estão aprisionadas nas torres da chamada Árvore da Dor, onde recebem partículas do devorador de mentes por meio de cipós ligados a Vecna e ao coração gigante que pulsa acima dele.
O que Holly vê do lado de fora da Árvore da Dor é igualmente aterrorizante: um céu amarelo tomado por tempestades e uma paisagem aparentemente infinita de cânions rochosos e grandes blocos de pedra.
Quando Vecna vai atrás de Holly, ela atravessa uma fenda e despenca em direção ao Mundo Invertido. Mas, antes que atinja o chão, ele a alcança no ar, leva-a de volta à Árvore da Dor e devolve sua mente a Camazotz.

Há questões pendentes entre Nancy e Jonathan desde a temporada 4, e faz tempo que os dois deixaram de estar em sintonia. Mas, quando Nancy atira na esfera e a desestabiliza, eles acabam presos em uma sala que se enche rapidamente de uma lama cinzenta. É ali que finalmente têm a conversa que vinha sendo adiada há tanto tempo.
“Eles acham que chegou o fim, e com razão. Então acabam vivendo um momento de uma sinceridade rara, daqueles que entram para a história de Jonathan e Nancy”, diz Shawn Levy, diretor dos episódios 6 e 7.
Quando Nancy admite que odeia a banda The Clash, Jonathan revela que detesta ler os artigos dela. A partir daí, a conversa abre espaço para confissões ainda mais profundas, como o fato de Jonathan nunca ter se candidatado à Emerson College, algo que Nancy já suspeitava, e de Nancy admitir que não foi visitá-lo na Califórnia porque precisava de um tempo para si.
Em uma última confissão, Jonathan mostra a Nancy o anel de noivado que vinha escondendo dentro de uma fita cassete de John Coltrane e faz um pedido diferente: que ela não se case com ele.
“Eu tentei convencer a mim mesmo que isso de alguma forma ia consertar tudo. Mas só ia piorar as coisas. E é por isso que isso ficou criando teia de aranha no meu bolso nos últimos dois dias. Então, qual é a sua resposta? Você aceita minha não proposta?”, diz Jonathan.
Nancy aceita. Quando Jonathan joga o anel para longe, eles percebem que a lama cinzenta se solidificou. Eles sobreviveram, mas o mesmo não pode ser dito do relacionamento.

A tensão entre Dustin e Steve chega ao limite no episódio 5, quando os dois discutem porque Steve não acredita na teoria de Dustin sobre o gerador de escudo. Quando Steve menciona Eddie (Joseph Quinn), que morreu na temporada 4, a discussão sai do controle e acaba em briga.
“No fundo, você está com essa raiva toda porque sabe qual é a verdade. O Eddie quis bancar o herói. Ele tomou uma decisão idiota e acabou se jogando na morte”, diz Steve. Dustin perde a cabeça e parte para cima do rapaz, que tenta desesperadamente contê-lo.
Apesar das brigas, fica claro que os dois ainda se importam muito um com o outro. Quando Steve tenta atravessar um enorme buraco no piso instável do Laboratório de Hawkins para salvar os amigos, Dustin implora para que ele desista. “Você sempre se arrisca na cara da morte. Não posso deixar isso se repetir”, diz Dustin, antes de receber um abraço de Steve.
Mais tarde, antes da batalha final, Dustin entrega a Steve a esfera e o escudo que pertenciam a Eddie. Steve pede desculpas por tudo o que disse durante a briga e admite que agiu daquela forma porque sentia falta do melhor amigo. Segundo Joe Keery, o gesto de Dustin é “um pedido de trégua”. Steve reflete a respeito, o que motiva seu pedido de desculpas.
Gaten define a conversa emocionante como um “momento necessário entre os dois, que finalmente conseguem dizer um ao outro tudo o que queriam dizer há tanto tempo”.

No episódio 6, Erica (Priah Ferguson) e Murray (Brett Gelman), que está de “babá” dela, recrutam o professor de ciências Sr. Clarke (Randy Havens) para ajudar a construir outro rastreador de telemetria para encontrar Dustin e os demais no Mundo Invertido.
Ainda sem saber de nada sobre os acontecimentos sobrenaturais em Hawkins, o Sr. Clarke localiza com precisão a posição de Dustin no Laboratório de Hawkins. Quando Onze usa seus poderes para remover a placa de metal que cobre uma fenda, o professor não apenas descobre a existência do Mundo Invertido em primeira mão, como também entra na ponte interdimensional ao lado do grupo para encontrar o restante da turma.

Sim, e isso acontece depois de um grande revés. Quando Will volta a se conectar à mente coletiva, ele consegue assumir brevemente o controle de Vecna. Mas Vecna logo o expulsa, deixando Will em coma. Enquanto seu corpo permanece inconsciente na torre da rádio Squawk, sua consciência fica presa no domínio mental do vilão. É ali que Vecna usa seu “espião” para vasculhar a mente de Will, tentando descobrir onde Max está para matá-la.
Ao se abrir com a mãe, Joyce (Winona Ryder), no episódio 7, Will explica como Vecna invadiu sua mente e usou seus segredos contra ele. Para derrotá-lo, ele precisa fazer uma confissão não apenas para a mãe, mas para todo o grupo.
“Eu nunca contei isso para nenhum de vocês porque não quero que vocês me vejam de forma diferente, mas a verdade é que eu sou diferente. [...] Sou igual a vocês em quase todas as coisas. [...] Eu não gosto de meninas. Quer dizer, eu gosto, mas não do jeito que vocês gostam. E eu era a fim de uma pessoa mesmo sabendo que ele não é como eu. Mas depois eu entendi que ele é só a minha Tammy”, em uma referência ao desabafo de Robin no episódio 4 sobre a paixão secreta por sua colega de escola, Tammy.
No mundo mental de Vecna, o monstro mostra a Will um futuro em que alguns amigos ficam tão preocupados que ele começa a sentir como se houvesse algo errado e acaba afastando todos. Outros simplesmente vão se distanciando, até deixá-lo completamente sozinho. Embora nada disso tivesse realmente acontecido, o pensamento assustador parecia muito real.
Depois do discurso emocionante de Will, ele recebe o apoio incondicional dos amigos e da família. Um a um, todos prometem que ele não vai perdê-los, antes de se reunirem em um grande abraço coletivo.
Segundo Ross Duffer, a revelação de Will sobre sua sexualidade era “algo que vínhamos construindo havia muito tempo. É importante que ele aceite quem é. E, quando consegue fazer isso, entra na batalha final com uma confiança e uma maturidade que nunca teve antes”.
Não. Apesar do momento de tensão envolvendo Steve no Laboratório de Hawkins do Mundo Invertido, todos conseguem sobreviver ao volume 2 e seguem para o episódio 8 preparados para o confronto final com Vecna.
Enquanto a batalha final não chega, assista aos sete primeiros episódios de Stranger Things 5 . Depois, acompanhe o episódio final na véspera de Ano-Novo, às 22h (horário de Brasília).





































































































